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Radiofrequência multipolar

O que é lipólise por radiofreqüência?

É um dos principais tratamentos não invasivos de melhora de flacidez de pele assim como gordura localizada.

Como funciona o aparelho de radiofrequência?

Nossa aparelho é multipolar agregando várias tecnologias. O aparelho de radiofrequência libera ondas sonoras que promovem vibrações e estimulam os tecidos.
Estas vibrações aumentam a circulação e mudam a permeabilidade das células da gordura, que são esvaziadas e eliminadas pelo corpo.
Utiliza um feixe energético especial que atinge a região tratada e aumenta a temperatura da pele, atingindo as camadas de colágeno.

Como é o nosso equipamento de radiofrequência?

O nosso aparelho de radiofrequência multipolar age fazendo a lipólise (quebra das gorduras), a contração e a síntese do colágeno, enquanto que os pulsos magnéticos fazem a síntese do colágeno, estimulam a proliferação de fibroblastos e a neovascularização.
A tecnologia do nosso aparelho aumenta a síntese de colágeno resultando numa melhoria visível na pele, há controle da temperatura em tempo real e entrega da energia profundamente na pele. Nosso equipamento proporciona a realização de tratamentos eficazes, sem incômodo e com resultados duradouros.

Por que fazer o procedimento de lipólise por radiofreqüência?

Para reduzir um volume de gordura localizado que persistiu apesar da dieta e do exercício sendo os riscos mínimos.

Quem não é candidato à lipólise por radiofrequência?

Pacientes com pele excessivamente solta ou manchas podem não ser candidatos adequados ao procedimento.

A lipólise por radiofrequência requer anestesia?

Este procedimento é realizado sem anestesia.

Qual é a duração do procedimento de lipólise por radiofrequência?

O tratamento leva aproximadamente trinta minutos e é repetido uma vez por semana durante seis a oito semanas ou conforme determinado durante a avaliação.

Quais são os riscos da lipólise por radiofrequência?

Foi relatado eritema leve.

Quanto custa o procedimento de lipólise por radiofrequência?

É PROIBIDO pelo Conselho Federal de Medicina (através da resolução 1.836/2008) divulgar informações sobre preços e custos de tratamentos sem avaliação prévia para evitar que os pacientes sejam vítimas de cirurgiões e clínicas que atuam de maneira anti-ética, que vendem tratamentos antes mesmo de saber se as pessoas que os procuram terão benefícios com eles ou se é o melhor para elas.
Outro motivo importante é que dependendo de cada paciente, procedimentos semelhantes podem ter custos diferentes.
Isso inclui necessidade de tratamentos adicionais ou complementares para ter um bom resultado.
Todos esses fatores influenciam no valor final de um procedimento.